terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Experiência na Feira do MERCOSUL

Boa tarde. Desculpem a demora de atualizações no blog. Estava em meio a conclusão do Ensino Médio, e algumas provas de vestibular. Mas estou de volta!
Queridos leitores do blog, como é sabido por vocês (postagens anteriores) a equipe do Projeto “Vitiligo: preconceito e autoexclusão” foi à Argentina em Setembro último, participar da Feira do MERCOSUL, realizada na cidade de Posadas capital da província de Misiones. Foi uma semana de experiências maravilhosas!


Além do intercâmbio entre países latino americanos: falei em Português, Castelhano e Inglês, encontrei na feira com 4 portadores de vitiligo, eles visitaram o meu estande, amaram o projeto, entraram na campanha contra o preconceito e acompanham o blog! Vejam abaixo algumas fotos desses encontros.







Ao contrário de outras feiras que eu já participei, na Feira do MERCOSUL, o público sempre estava presente (pelo fato do evento acontecer na praça pública principal da cidade – Plaza 9 de Julio) e recebi a visita de SETE avaliadores.  Todos eles falavam a língua castelhana, foi um desafio pra mim, tive que pedir ajuda a uma amiga aqui da minha cidade que é professora de Espanhol, o que foi de muita valia pra mim pois no segundo dia de apresentação os avaliadores já elogiaram meu castelhano! Todos eles também gostaram muito do meu projeto, elogiaram, e quiseram a pulseira contra o preconceito! Abaixo, um vídeo de uma das minhas apresentações.


No penúltimo dia (28) da Feira, á noite, houve o Evento das apresentações culturais, todos os países deram show, com danças, músicas. Foi lindo! Eu representei o Brasil recitando o poema “Canção do Exílio” do maranhense Gonçalves Dias, o poema se adequou à situação que eu estava vivendo: apesar de estar adorando aquela viagem, estava morrendo de saudade do meu lar. Recitei com emoção, alegria e com a música “Aquarela do Brasil” como fundo musical. Recebi muitos aplausos.

A premiação aconteceu dia 29, a noite. Agradecimentos especiais ao governo da província e da Argentina, reunião das caravanas de cada país para foto oficial com a equipe de organização, entrega dos troféus por área de conhecimentos. De nove projetos brasileiros, três receberam premiação de destaque nas áreas sociais (MA) naturais (PE) e tecnologia (BA). NORDESTE em peso!!

A nossa visita à Argentina valeu a pena! Experiência fora das fronteiras brasileiras. Ficará pra sempre na memória.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vídeo informativo Projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão"

Clique na imagem para ver o vídeo



“A convivência com doenças crônicas como o vitiligo modifica o cotidiano das pessoas fazendo surgir sentimentos como vergonha e culpa que podem trazer consequências sobre a percepção da qualidade de vida por parte dos acometidos e de suas famílias”. (COSTA et al, 2009).




sábado, 10 de setembro de 2011

Vitiligo - Vídeos Informativos

Vídeo 1 - Vitiligo
Consulta sumedico.com
Producción y realización, Luis Manuel Mendoza Arvizu.
Enviado por em 17/03/2011.
 


Vídeo 2 - Despigmentação da pele: Vitiligo

Programa: Viver e Conviver
Entrevistada: Dra Luciane Scattone (Dermatologista)
Janeiro 2011
Enviado por em 16/08/2011


 
Vídeo 3 - Programa "A Tarde é Sua"
 Vitiligo- Dra. Isabel Pasin (parte 1)



21/ 07/ 2009- Vitiligo: discussão sobre a doença no palco do
"A Tarde é Sua".Esclarecimentos dados pela dermatologista
Isabel Pasin.
Enviado por em 07/10/2009



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Resultado OFICIAL do Concurso Jovens Inovadores 2011

Rede do Programa de Olimpíadas do Conhecimento


1o. LUGAR (classificados para a Feira do MERCOSUL)
  • RJ – Macaé – IFF – Produzindo Bio-DME – transformando poluição em energia
  • BA – Licínio de Almeida – Colégio Municipal João Paulo II – Que não cuida, não morde!
  • MA – Imperatriz – Colégio Adventista – Vitiligo: preconceito e autoexclusão
  • PA – Abaetetuba – Clube de Ciências de Abaetetuba – Estudo da Ação Larvicida do Melão de S.Caetano
  • PE – Vitória de Santo Antão – Escola Estadual Sen. João C. Oliveira – Horta que te quero verde
  • CE – Fortaleza – EEEP Profa. Marly Ferreira Martins – O estudo do desconforto humano no amb. escolar
  • SP – Mauá – EE Profa. Therezinha Sartori – Como extrair petróleo de águas profundas
  • SP – Guarulhos – EE Dr. José Leme Lopes – Truck’s Sound
  • PA – Belém – EEEFM – Honorato Filgueiras – Química experimental no EM – prática com prod. naturais
  • ES – Cachoeiro do Itapemirim – EMEB Anacleto Ramos – Eco Frio
2o. LUGAR
  • CE – Jaguaribe – Escola Estadual Profissional Poeta Sinó Pinheiro – Óleo Sustentável – Aprendendo a gerar renda preservando o meio ambiente
  • MA – Imperatriz – Escola Adventista Santa Teresinha – A importância da educação financeira na vida dos jovens e adolescentes
  • MA – Imperatriz – IFMA – Campus Imperatriz – Produção de blocos para pavimentação de ruas e calçadas a partir de escória de alto forno com adição de plástico
  • PA – Abaetetuba – Clube de Ciências de Abaetetuba – Abaetetuba, a outra “Terra da Cachaça”
  • PA – Castanhal – Escola Estadual Inácio Koury Gabriel Neto – Fatores que interferem na expressão dos genes em Hibiscus mutabilis
  • SP – Guariba – Escola Estadual José Pacífico – Escola Sustentável
3o. LUGAR
  • CE – Barbalha – Escola Estadual Profissional Otília Correia Saraiva – Liceu – O uso consciente do polietileno – PET na confecção de recurso didático para aperfeiçoamento de conteúdos propostos pelas disciplinas de ciências da natureza
  • MS – Campo Grande – Escola Municipal Antônio Paniago – Papel reciclado contra impacto tecnológico
  • PE – Surubim – Escola Técnica Estadual Antônio Arruda de Farias – Barulho … Geração Surdez! Por quê?
  • SP – Diadema – Colégio Avanço de Ensino Programado - Desenvolvimento do projeto de produção de biodiesel no laboratório da escola pelos alunos do ensino médio
  • SP – Diadema – Escola Estadual Rodrigo Soares Junior – Produção de detergente e conceito de pH
  • SP – Diadema – Instituto Educacional Guilherme Miller – Descobrindo o pH dos alimentos
INFORMAÇÕES SOBRE A FEIRA DO MERCOSUL
A VI Feira de Ciência, Cultura e Inovação Tecnológica do MERCOSUL se realizará de 26 a 30 de setembro na cidade de Posadas, capital da Província de Misiones, Argentina.
Atualmente a Feira do Mercosul é o evento científico juvenil mais importante da América Latina e reúne anualmente mais de 60 projetos de investigação ou inovação de escolas da América Latina num evento de grande integração latino-americana.
Trecho acima retirado do blog da Rede POC, que publicou oficialmente o resultado do CONCURSO JOVENS INOVADORES 2011. E é com prazer e orgulho que representarei o Maranhão e o Brasil como estudante, mas enquanto pesquisadora estarei representando os portadores de vitiligo do mundo inteiro. Projeto Vitiligo, ultrapassando fronteiras.
Ana Lourdes Sousa Pereira - estudante pesquisadora

quinta-feira, 21 de julho de 2011

PROJETO VITILIGO NO MERCOSUL “ULTRAPASSANDO FRONTEIRAS”


“Parabéns! Faça seu trabalho ultrapassar fronteiras”, essa frase dita por uma avaliadora da 9ª FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), ficou guardada na minha memória e me motivou a inscrever o Projeto “Vitiligo: preconceito e autoexclusão” no Concurso Jovens Inovadores, promovido pelo Instituto de Olimpíadas do Conhecimento que seleciona projetos brasileiros para representar o país na Feira de Ciência, Cultura e Inovação Tecnológica do MERCOSUL.

Hoje, 21 de Julho, recebi um e-mail da comissão organizadora do concurso com a maravilhosa notícia da classificação do Projeto “Vitiligo: preconceito e autoexclusão” como um dos 10 representantes do Brasil na feira.

Nessa feira, teremos a oportunidade de levar a campanha “Eu uso a pulseira contra o preconceito!” para fora do Brasil. “... ultrapassar fronteiras” uma orientação que gerou uma ação cujo objetivo principal é contribuir para melhoria de vida dos portadores de vitiligo de qualquer país.

Que este blog ajude essa pesquisadora a ir muito mais longe, informando a todos não somente sobre o projeto, mas também sobre a doença, como instrumento de conscientização, melhorando a vida dos portadores e daqueles que convivem com os mesmos. Assim, o projeto estará ultrapassando fronteiras.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" está na lista de finalistas da FECITEC 2011

O Projeto: "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" é finalista da V FECITEC (Feira de Ciência e Engenharia do Sul do Maranhão) que será realizada na cidade de Imperatriz, Maranhão, Brasil. Lembrando que a FECITEC é conveniada com feiras internacionais como: MOSTRATEC (Novo Hamburgo, SC); FEBRACE (São Paulo, SP) e ICYS (Holanda). Participar da FECITEC será uma honra e uma grande oportunidade.


Confira a lista Finalistas FECITEC 2011

Clique na imagem a baixo:

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Apresentação do Projeto Vitiligo: Preconceito e Autoexclusão no Colégio Adventista de Imperatriz Maranhão

A divulgação do Projeto Vitiligo Preconceito e Autoexclusão chegou ao Colégio Adventista de Imperatriz Maranhão. No dia 15 de abril de 2011, aceitando ao convite da coordenadora Vera  o projeto foi apresentado às quatro turmas do Ensino Médio  do turno matutino. Eu faço parte desse grupo, sou aluna do 3° ano e por isso me senti em casa e feliz, por está mostrando os resultados da pesquisa realizada até aqui e principalmente por poder contar com o apoio de jovens que convivem comigo.

Mais uma vez a campanha Eu Uso a Pulseira Contra o Preconceito foi bem recebida. Além disso, o tema Vitiligo foi apresentado de maneira interativa, ou seja, todos participaram, com perguntas sobre a doença e sobre a proposta do projeto.

Além de conscientizar quanto à necessidade do fim do preconceito, o projeto despertou nesse grupo a curiosidade e interesse pela pesquisa científica. Assim, o processo da pesquisa, etapas e resultados foram expostos aos presentes.

Nessa oportunidade a divulgação do prêmio recebido na FEBRACE 2011 foi um ponto que ressaltou e confirmou a relevância do Projeto Vitiligo: Preconceito e Autoexclusão e principalmente a importância do jovem hoje ser um estudante pesquisador. Além de confirmar que o preconceito é fato e que realmente é necessário lutarmos por dias melhores para todos.

Agradeço ao Colégio Adventista pela oportunidade e aos seus alunos por apoiarem o projeto e abraçarem a campanha contra o preconceito.

sábado, 28 de maio de 2011

Escola Municipal Santa Laura de Imperatriz Maranhão recebe e apoia o Projeto Vitiligo: Preconceito e Autoexclusão

Foto: Icléia Costa

Um dos objetivos do Projeto Vitiligo: Preconceito e Autoexclusão para este ano é divulgar nas ecolas a campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo, e no  dia 6 de abril a Escola Municipal Santa Laura recebeu informações sobre a doença, além de conhecer a proposta da Campanha: Eu uso a Pulseira Contra o Preconceito.

Foto: Icléia Costa

Foi mais uma experiência positiva para mim enquanto pesquisadora, pois na oportunidade foi possível verificar o que pré-adolescentes pensam sobre o Vitiligo e ao mesmo tempo ampliar a campanha. Agora o Projeto: Preconceito e Autoexclusão não está sendo desenvolvido só entre alunos do Ensino Médio, encontrou nos alunos do Ensino Fundamental uma meio poderoso de ajuda aos portadores de Vitiligo e de qualquer outra doença que afeta a aparência. "Se aprendermos a amar o próximo desde cedo, com certeza não excluiremos ninguém em nenhuma fase de nossas vidas".
Foto: Icléia Costa

Aqui ficou uma lição e nasceu uma nova missão: conscientizar os pequenos é a melhor maneira de ajudar os “grandes” a vencerem qualquer tipo de preconceito.

Ana Lourdes Pereira - Estudante Pesquisadora

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"Vitiligo: preconceito e auto-exclusão" na FEBRACE 9

No período de 21 a 26 de Março de 2011 aconteceu na Escola Politécnica da USP a FEBRACE 9 - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia .


Cerimônia de Abertura FEBRACE 9
 Profª. Dr.ª Roseli de Deus, coordenadora geral (Foto: Rosana Pereira)


A FEBRACE tem o objetivo de estimular a cultura investigativa, de inovação e empreendedorismo na educação básica brasileira. Nesta edição, foram avaliados mais de 300 projetos, desenvolvidos por estudantes do ensino básico e técnico de todas as regiões brasileiras. Distribuídos nas áreas de engenharia (67 projetos), ciências exatas e da terra (57), humanas (62), sociais aplicadas (30), biológicas (47), saúde (23) e agrárias (16), os projetos foram avaliados por uma comissão formada por professores de diversas instituições e áreas das ciências e engenharia. (Fonte: http://febrace.org.br/imprensa/noticia/148/ postado em 30/03/2011).


O projeto "Vitiligo: preconceito e auto-exclusão" estava entre os trabalhos apresentados.

Estudante pesquisadora Ana Lourdes na FEBRACE (Foto: Rosana Pereira)

Estudante pesquisadora Ana Lourdes - Apresentação do projeto (Foto: Rosana Pereira)

Foi uma grande oportunidade de mostrar a proposta do Projeto: Vitiligo: preconceito e autoexclusão para estudantes e profissionais de todo o país. Durante a feira recebi visitas de avaliadores, expositores, professores orientadores e de alunos das escolas da capital, faculdades e institutos de ensino. Todos foram prestigiar os jovens pesquisadores na FEBRACE. A minha pesquisa recebeu muitos elogios que aumentaram a minha vontade de continuar o projeto.

Além de expor o projeto, foi possível conhecer a proposta de pesquisadores de outras regiões, inclusive de Imperatriz Maranhão, minha cidade, que teve grande representatividade. Para mim foi uma honra está entre os nossos representantes.


Estudantes pesquisadores de Imperatriz Maranhão na FEBRACE 9 (Foto: Rosana Pereira)


A divulgação da proposta do projeto em um evento como a FEBRACE só enriquece a pesquisa, pois quanto mais pessoas conhecerem a doença Vitiligo, mais espaço os seus portadores conquistam, pois o preconceito diminui. A princial arma contra o preconceito é a informação, e informar é uma ação direta do projeto, e pra isso o mesmo lançou a campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!" no início de 2011 e na FEBRACE a mesma teve grande repercussão.



Profª. Dr.ª Roseli de Deus, coordenadora geral da FEBRACE, também entrou na campnha contra o preconceito. ( Foto: Rosana Pereira).


Na primeira cerimônia de premiação na tenda da FEBRACE 9, o 1º prêmio anunciado foi o dado ao projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" "Certificate of Award" da Associação Americana de Psicologia em reconhecimento pela relevância social da pesquisa. Momento indescritível! São reconhecimentos e iniciativas como essa que nos dá a certeza que a pesquisa científica pode sim contribuir para melhoria da qualidade das nossas vidas, e que enquanto estudantes devemos lutar por isso. 

Confira na lista de premiados

"American Psycological Association
Achievement in Research in Psychology under the Category of Behavioral and Social 
Sciences
Os contemplados receberam um certificado da instituição.
Vitiligo: preconceito e autoexclusão 
de Imperatriz – MA
Ana Lourdes Sousa Pereira" 



Prêmio Internacional - Associação Americana de Psicologia  -  Projeto: Vitiligo: preconceito e autoexclusão  - FEBRACE 9 ( Foto: Rosana Pereira)



Ana Lourdes Pereira de Sousa com Certificado de reconhecimento da Associação Americana de Psicologia (Foto: Rosana Pereira)


Vídeo Resumo da FEBRACE 9





Anais FEBRACE 2011
Resumo dos Projetos


O resumo do Projeto: Vitiligo: preconceito e autoexclusão
 está em Ciências Humanas (página 244).


Agradecimentos - Patrocinadores
 Projeto: Vitiligo: Preconceito e autoexclusão na FEBRACE 9.


  • Colégio Adventista de Imperatriz Maranhão;
  • Colégio Militar Tiradentes de Imperatriz Maranhão;
  • ACIIL - Associação Comercial Industrial de Imperatriz;
  • Clinifert - Dr. Henrique Cesar.

sábado, 19 de março de 2011

Postagem de vídeo "Vitiligo: preconceito e autoexclusão"

O vídeo requerido pela FEBRACE 2011 como condição de participar da Febrace virtual, já foi postado com sucesso!


O projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" concorrerá prêmio da votação popular. Conto com a ajuda de vocês. Para votar acesse o link: VOTE!

quinta-feira, 17 de março de 2011

O Projeto Vitiligo: preconceito e autoexclusão foi apresentado no "Jornal dos Municípios" - RedeTV! (Imperatriz-MA) - Divulgação da campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!"

Eu, Ana Lourdes estudante pequisadora do projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" concedi ontem uma entrevista ao jornalista Zé Filho no Jornal dos Municípios, na filial local da RedeTV!. Foi uma grande oportunidade que tive para divulgar o meu projeto na rede televisiva, o seu objetivo e também a campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!". O Jornal dos Municípios foi ao ar ontem, meio-dia, no canal 5.

Logomarca da campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!"

Abaixo alguns registros feitos no Jornal dos Municípios:

Ana Lourdes concedendo entrevista em jornal local
(Foto: Icléia Costa)

Apresentador Zé Filho mostrando o modelo da camiseta
(Foto: Icléia Costa)

Estudante-pesquisadora Ana Lourdes e apresentador Zé Filho
(Foto: Icléia Costa)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Projeto " Vitiligo: preconceito e auto-exclusão" lança pulseira na sua campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo

             A COMCITEC/MA – Comissão de Ciência e Tecnologia de Imperatriz Maranhão, promoveu no dia 04 de março de 2011 um momento de troca de experiências e conhecimentos científicos entre os professores de Ciências (6º ao 9º anos) da rede pública municipal de ensino.

              Com o objetivo de incentivar a orientação de projetos científicos na rede, a SEMED - Secretaria Municipal de Educação do Município vem promovendo momentos de estudos como esse. Para mostrar a realidade regional na prática, foram convidados três projetos (Estudantes da rede municipal, rede estadual e particular da nossa cidade), que trouxeram consigo suas experiências enquanto pesquisadores e fizeram a exposição de materiais importantes de suas pesquisas como: vídeos, diários de bordo, banner e relatórios, além de falarem da importância dos seus orientadores  durante suas pesquisas. Para complementar a fala dos pesquisadores o professor Zilmar Timoteo Soares (Escola Estadual Edison Lobão) deu o seu depoimento enquanto professor orientador, e chamou a atenção para o papel do professor diante das novas perspectivas de ensino, que hoje estão voltadas para a pesquisa, principalmente dos professores de Ciências, que no momento eram maioria no evento.

              Na oportunidade além de expor o projeto como um todo, fiz o lançamento da campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo. Levei a pulseira (criada e produzida por mim) que marcará a luta do Projeto: Vitiligo: preconceito e auto-exclusão contra o preconceito. Depois de expor os objetivos do projeto fiz um convite aos presentes para usarem a pulseira e a fazerem parte dessa luta. Foi um momento mágico, maravilhoso! Os professores e estudantes pesquisadores presentes aceitaram o convite e colocaram no pulso a marca de uma luta cuja a busca de conhecimento, a pesquisa realizada, as vidas conhecidas e experiências vividas durante a pesquisa têm me mostrado que não é só minha e sim de todos.
  
Momento em que os estudantes pesquisadores presentes
aceitaram o convite para participarem da luta contra o preconceito aos portadores de vitiligo

  
 Foto: Luana Barros (ASCOM)
A pesquisadora Ana Lourdes entrega uma pulseira para a estudante pesquisadora Kethelin Loanne Santos que desenvolve o projeto: A comunicação na escola através do rádio (Escola Municipal Machado de Assis).



Foto: Luana Barros (ASCOM)
A pesquisadora Ana Lourdes entrega uma pulseira para o estudante pesquisador Fabiano Ribeiro da Silva, que desenvolve o projeto: A comunicação na escola através do rádio (Escola Municipal Machado de Assis).



Foto: Luana Barros (ASCOM)
A pesquisadora Ana Lourdes entrega uma pulseira para a estudante pesquisadora Emily Ferreira Soares, que desenvolve o projeto: Aproveitamento sustentável das florestas nativas de Buriti: Uma Alternativa ao Desenvolvimento das Comunidades Rurais do Oeste Maranhense (Escola Estadual Edison Lobão).



Foto: Luana Barros (ASCOM)
Estudantes pesquisadores do município de Imperatriz Maranhão (Rede Municipal, Estadual e Particular) já estão fazendo parte da campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo.


Projetos apresentados:

 A comunicação na escola através do rádio - Kethelin Loanne Bezerra Santos e Fabiano Ribeiro da Silva
(Escola Municipal Machado de Assis)
                                                                                                                                                              
    Foto: Luana Barros (ASCOM)


 Vitiligo: preconceito e auto-exclusão - Ana Lourdes Pereira (Escola Adventista)

Foto: Luana Barros (ASCOM)

Foto: Luana Barros (ASCOM)



 Aproveitamento Sustentável das Florestas Nativas de Buriti: Uma Alternativa ao Desenvolvimento das Comunidades Rurais do Oeste Maranhense - Emily Ferreira Soares (Escola Estadual Edison Lobão).

Foto: Luana Barros (ASCOM)

 Foto: Luana Barros (ASCOM)

Agradecimentos

              Agradeço a Secretaria Municipal de Educação de Imperatriz e a COMCITEC - Imperatriz/MA (Comissão de Ciência e Tecnologia) pela oportunidade, e aos amigos professores e estudantes pesquisadores que ouviram, perguntaram e acima de tudo contribuiram para o enriquecimento do Projeto: Vitiligo: preconceito e auto-exlusão.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Apresentações do projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" realizadas no Colégio Militar Tiradentes em Imperatriz - MA

O projeto: Vitiligo: Preconceito e autoexclusão foi apresentado aos alunos do Ensino Médio do Colégio Militar Tiradentes de Imperatriz - MA.

Temas abordados:
  •  O que é vitiligo?
  • Dúvidas frequentes
  • Problema identificado
  • Objetivos do projeto
  • Resultados das pesquisas
  • Conclusões
  • Depoimentos: vidas com vitiligo
  • Lançamento da campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo
        (Ação: criação e distribuição de uma pulseira - que será uma marca do projeto Vitiligo: Preconceito e autoexclusão na luta contra o preconceito).
  • Apresentação do vídeo de divulgação do projeto no FEBRACE Virtual 2011
A seguir algumas fotos das apresentações:


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                                                                                          


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                 


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                  


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                  

Foto: Rosana Pereira
                                                                                                                                                                       

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vitiligo: as marcas que ficam na vida

Texto escrito por Johney L. Silva (Contador, palestrante e escritor) em 25 de Novembro de 2010.

Você somente aprende sobre algo quando estuda a respeito.

O vitiligo se caracteriza pela formação de manchas brancas (acrômicas – sem pigmentação) na pele. É a falta de produção da melanina (substância que pigmenta a pele). São as células mortas – melanócitos, que fazem com que surjam as manchas brancas na pele.

[...]
Mas como já foi exposto, o vitiligo age de forma peculiar em cada indivíduo. Não há uma regra para quem sofre com o vitiligo. Uma pessoa pode se achar um anormal ou se achar igual a todo mundo, depende muito de cada um. Uma criança na escola pode ser afastada dos grupos por ter vitiligo. Um adolescente pode sentir medo de falar com outra pessoa da mesma idade com medo da rejeição. Esta, também presente posteriormente e às vezes por toda a vida da pessoa. A rejeição faz com que pessoas com vitiligo se afastem da sociedade em momentos de solidão, o que pode fatalmente ocasiona em depressão e algumas vezes em suicídio também. Casos em que a pessoa já não vê mais saída para um problema que se não tem cura, não é o fim.
[...]
Às vezes, quem carrega em si “o peso das manchas brancas”, crê, também, que carrega “marcas”. Que de alguma maneira foram talhadas pela vida por algum motivo que elas mesmas não conseguem compreender. Tomar a cruz e viver assusta e torna difícil muitas vezes a convivência com portadores de vitiligo.


[...]


Preconceito mata! Ainda que você não sinta e não veja, vai matando aos poucos por dentro. Por isso, cuidado antes de emitir uma palavra ou de pensar sobre as diferenças das pessoas. Pode estar matando um ser humano com uma das piores armas, a ignorância.



Mas o vitiligo ainda é um mistério. Tanto para os médicos, quanto para quem possui manchas brancas. As marcas que ficam na vida podem ser infinitas e inacabadas. Pode fazer a pessoa ter ânimo ou desânimo, sorrir ou preferir o silêncio. Viver ou se esconder atrás de uma doença. E não se deve julgar ou culpar, mas tentar entender e ajudar.


Respeitar a individualidade e buscar entender incondicionalmente talvez seja o caminho mais trabalhoso, porém, você pode não correr o risco de estar contribuindo para a morte (social, psicológica, sentimental, moral, etc) da pessoa portadora de vitiligo.

Para ler o texto na íntegra acesse:http://www.webartigos.com/articles/53096/1/Vitiligo-as-marcas-que-ficam-na-vida/pagina1.html#ixzz1EGSLMzZH

Saudações, Ana Lourdes Pereira

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mãos Amigas reúne portadores de vitiligo e psoríase em Rio Branco

Associação visa prestar esclarecimentos à sociedade e combater o preconceito contra as doenças 

VitiligoPortadores se unem em torno de uma campanha de esclarecimento (Foto: Assessoria)'

No intuito de levar a sociedade informações a respeito do vitiligo e ainda promover ações que possam auxiliar no tratamento dos portadores da doença, foi formalizada a associação Mãos Amigas dos portadores de vitiligo e psoríase em Rio Branco.

O grupo já contatou mais de 20 pessoas que foram acometidas pela doença e que farão parte da associação. A meta é desenvolver campanhas de conscientização da sociedade, explicando o que é o vitiligo e suas causas. Além disso, muitos portadores não têm condições de fazer o tratamento e a associação pretende pleitear parcerias juntos ao governo do Estado para custeio dos medicamentos.

Para a funcionária pública e membro da associação, Dôra Ferraz, o principal desafio é vencer o preconceito. Ela defende que falta esclarecimento a sociedade e mais ainda estudos sobre a doença e acrescenta que apenas 2% da população mundial desenvolvem a vitiligo.

Essa é uma oportunidade que vamos ter de nos conhecermos, de juntos mostrarmos a sociedade que nossa diferença está na pigmentação da pele, mas nós somos todos capazes, não somos deficientes. E vitiligo não é contagioso, não transmite no contato, trata-se de uma doença que surge a partir de um distúrbio emocional”, argumenta.

Ela conta que teve vitiligo aos 15anos e após um longo tratamento a doença havia desaparecido. Porém 20 anos depois da primeira aparição e por motivo desconhecido, mas de cunho emocional as manchas voltaram e se intensificaram pelo corpo de Dôra. Para ela o apoio da família é fundamental, pois o portador também tem o período de não se aceitar e a base da superação é a família.

O repórter fotográfico, Marcos Vicentti, também portador do vitiligo defende que buscas por tratamentos e informações a respeito da doença é a principal meta do grupo. “ È necessário que conheçamos o máximo de pesquisas e tratamentos a respeito do vitiligo, até para que tenhamos condições de ultrapassar as barreiras do preconceito e da própria aceitação, seja com remédios, palestras e ainda tratamento psicológico, vamos em busca de parceiros”, conclui.