sábado, 28 de maio de 2011

Escola Municipal Santa Laura de Imperatriz Maranhão recebe e apoia o Projeto Vitiligo: Preconceito e Autoexclusão

Foto: Icléia Costa

Um dos objetivos do Projeto Vitiligo: Preconceito e Autoexclusão para este ano é divulgar nas ecolas a campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo, e no  dia 6 de abril a Escola Municipal Santa Laura recebeu informações sobre a doença, além de conhecer a proposta da Campanha: Eu uso a Pulseira Contra o Preconceito.

Foto: Icléia Costa

Foi mais uma experiência positiva para mim enquanto pesquisadora, pois na oportunidade foi possível verificar o que pré-adolescentes pensam sobre o Vitiligo e ao mesmo tempo ampliar a campanha. Agora o Projeto: Preconceito e Autoexclusão não está sendo desenvolvido só entre alunos do Ensino Médio, encontrou nos alunos do Ensino Fundamental uma meio poderoso de ajuda aos portadores de Vitiligo e de qualquer outra doença que afeta a aparência. "Se aprendermos a amar o próximo desde cedo, com certeza não excluiremos ninguém em nenhuma fase de nossas vidas".
Foto: Icléia Costa

Aqui ficou uma lição e nasceu uma nova missão: conscientizar os pequenos é a melhor maneira de ajudar os “grandes” a vencerem qualquer tipo de preconceito.

Ana Lourdes Pereira - Estudante Pesquisadora

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"Vitiligo: preconceito e auto-exclusão" na FEBRACE 9

No período de 21 a 26 de Março de 2011 aconteceu na Escola Politécnica da USP a FEBRACE 9 - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia .


Cerimônia de Abertura FEBRACE 9
 Profª. Dr.ª Roseli de Deus, coordenadora geral (Foto: Rosana Pereira)


A FEBRACE tem o objetivo de estimular a cultura investigativa, de inovação e empreendedorismo na educação básica brasileira. Nesta edição, foram avaliados mais de 300 projetos, desenvolvidos por estudantes do ensino básico e técnico de todas as regiões brasileiras. Distribuídos nas áreas de engenharia (67 projetos), ciências exatas e da terra (57), humanas (62), sociais aplicadas (30), biológicas (47), saúde (23) e agrárias (16), os projetos foram avaliados por uma comissão formada por professores de diversas instituições e áreas das ciências e engenharia. (Fonte: http://febrace.org.br/imprensa/noticia/148/ postado em 30/03/2011).


O projeto "Vitiligo: preconceito e auto-exclusão" estava entre os trabalhos apresentados.

Estudante pesquisadora Ana Lourdes na FEBRACE (Foto: Rosana Pereira)

Estudante pesquisadora Ana Lourdes - Apresentação do projeto (Foto: Rosana Pereira)

Foi uma grande oportunidade de mostrar a proposta do Projeto: Vitiligo: preconceito e autoexclusão para estudantes e profissionais de todo o país. Durante a feira recebi visitas de avaliadores, expositores, professores orientadores e de alunos das escolas da capital, faculdades e institutos de ensino. Todos foram prestigiar os jovens pesquisadores na FEBRACE. A minha pesquisa recebeu muitos elogios que aumentaram a minha vontade de continuar o projeto.

Além de expor o projeto, foi possível conhecer a proposta de pesquisadores de outras regiões, inclusive de Imperatriz Maranhão, minha cidade, que teve grande representatividade. Para mim foi uma honra está entre os nossos representantes.


Estudantes pesquisadores de Imperatriz Maranhão na FEBRACE 9 (Foto: Rosana Pereira)


A divulgação da proposta do projeto em um evento como a FEBRACE só enriquece a pesquisa, pois quanto mais pessoas conhecerem a doença Vitiligo, mais espaço os seus portadores conquistam, pois o preconceito diminui. A princial arma contra o preconceito é a informação, e informar é uma ação direta do projeto, e pra isso o mesmo lançou a campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!" no início de 2011 e na FEBRACE a mesma teve grande repercussão.



Profª. Dr.ª Roseli de Deus, coordenadora geral da FEBRACE, também entrou na campnha contra o preconceito. ( Foto: Rosana Pereira).


Na primeira cerimônia de premiação na tenda da FEBRACE 9, o 1º prêmio anunciado foi o dado ao projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" "Certificate of Award" da Associação Americana de Psicologia em reconhecimento pela relevância social da pesquisa. Momento indescritível! São reconhecimentos e iniciativas como essa que nos dá a certeza que a pesquisa científica pode sim contribuir para melhoria da qualidade das nossas vidas, e que enquanto estudantes devemos lutar por isso. 

Confira na lista de premiados

"American Psycological Association
Achievement in Research in Psychology under the Category of Behavioral and Social 
Sciences
Os contemplados receberam um certificado da instituição.
Vitiligo: preconceito e autoexclusão 
de Imperatriz – MA
Ana Lourdes Sousa Pereira" 



Prêmio Internacional - Associação Americana de Psicologia  -  Projeto: Vitiligo: preconceito e autoexclusão  - FEBRACE 9 ( Foto: Rosana Pereira)



Ana Lourdes Pereira de Sousa com Certificado de reconhecimento da Associação Americana de Psicologia (Foto: Rosana Pereira)


Vídeo Resumo da FEBRACE 9





Anais FEBRACE 2011
Resumo dos Projetos


O resumo do Projeto: Vitiligo: preconceito e autoexclusão
 está em Ciências Humanas (página 244).


Agradecimentos - Patrocinadores
 Projeto: Vitiligo: Preconceito e autoexclusão na FEBRACE 9.


  • Colégio Adventista de Imperatriz Maranhão;
  • Colégio Militar Tiradentes de Imperatriz Maranhão;
  • ACIIL - Associação Comercial Industrial de Imperatriz;
  • Clinifert - Dr. Henrique Cesar.

sábado, 19 de março de 2011

Postagem de vídeo "Vitiligo: preconceito e autoexclusão"

O vídeo requerido pela FEBRACE 2011 como condição de participar da Febrace virtual, já foi postado com sucesso!


O projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" concorrerá prêmio da votação popular. Conto com a ajuda de vocês. Para votar acesse o link: VOTE!

quinta-feira, 17 de março de 2011

O Projeto Vitiligo: preconceito e autoexclusão foi apresentado no "Jornal dos Municípios" - RedeTV! (Imperatriz-MA) - Divulgação da campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!"

Eu, Ana Lourdes estudante pequisadora do projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" concedi ontem uma entrevista ao jornalista Zé Filho no Jornal dos Municípios, na filial local da RedeTV!. Foi uma grande oportunidade que tive para divulgar o meu projeto na rede televisiva, o seu objetivo e também a campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!". O Jornal dos Municípios foi ao ar ontem, meio-dia, no canal 5.

Logomarca da campanha "Eu uso a pulseira contra o preconceito!"

Abaixo alguns registros feitos no Jornal dos Municípios:

Ana Lourdes concedendo entrevista em jornal local
(Foto: Icléia Costa)

Apresentador Zé Filho mostrando o modelo da camiseta
(Foto: Icléia Costa)

Estudante-pesquisadora Ana Lourdes e apresentador Zé Filho
(Foto: Icléia Costa)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Projeto " Vitiligo: preconceito e auto-exclusão" lança pulseira na sua campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo

             A COMCITEC/MA – Comissão de Ciência e Tecnologia de Imperatriz Maranhão, promoveu no dia 04 de março de 2011 um momento de troca de experiências e conhecimentos científicos entre os professores de Ciências (6º ao 9º anos) da rede pública municipal de ensino.

              Com o objetivo de incentivar a orientação de projetos científicos na rede, a SEMED - Secretaria Municipal de Educação do Município vem promovendo momentos de estudos como esse. Para mostrar a realidade regional na prática, foram convidados três projetos (Estudantes da rede municipal, rede estadual e particular da nossa cidade), que trouxeram consigo suas experiências enquanto pesquisadores e fizeram a exposição de materiais importantes de suas pesquisas como: vídeos, diários de bordo, banner e relatórios, além de falarem da importância dos seus orientadores  durante suas pesquisas. Para complementar a fala dos pesquisadores o professor Zilmar Timoteo Soares (Escola Estadual Edison Lobão) deu o seu depoimento enquanto professor orientador, e chamou a atenção para o papel do professor diante das novas perspectivas de ensino, que hoje estão voltadas para a pesquisa, principalmente dos professores de Ciências, que no momento eram maioria no evento.

              Na oportunidade além de expor o projeto como um todo, fiz o lançamento da campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo. Levei a pulseira (criada e produzida por mim) que marcará a luta do Projeto: Vitiligo: preconceito e auto-exclusão contra o preconceito. Depois de expor os objetivos do projeto fiz um convite aos presentes para usarem a pulseira e a fazerem parte dessa luta. Foi um momento mágico, maravilhoso! Os professores e estudantes pesquisadores presentes aceitaram o convite e colocaram no pulso a marca de uma luta cuja a busca de conhecimento, a pesquisa realizada, as vidas conhecidas e experiências vividas durante a pesquisa têm me mostrado que não é só minha e sim de todos.
  
Momento em que os estudantes pesquisadores presentes
aceitaram o convite para participarem da luta contra o preconceito aos portadores de vitiligo

  
 Foto: Luana Barros (ASCOM)
A pesquisadora Ana Lourdes entrega uma pulseira para a estudante pesquisadora Kethelin Loanne Santos que desenvolve o projeto: A comunicação na escola através do rádio (Escola Municipal Machado de Assis).



Foto: Luana Barros (ASCOM)
A pesquisadora Ana Lourdes entrega uma pulseira para o estudante pesquisador Fabiano Ribeiro da Silva, que desenvolve o projeto: A comunicação na escola através do rádio (Escola Municipal Machado de Assis).



Foto: Luana Barros (ASCOM)
A pesquisadora Ana Lourdes entrega uma pulseira para a estudante pesquisadora Emily Ferreira Soares, que desenvolve o projeto: Aproveitamento sustentável das florestas nativas de Buriti: Uma Alternativa ao Desenvolvimento das Comunidades Rurais do Oeste Maranhense (Escola Estadual Edison Lobão).



Foto: Luana Barros (ASCOM)
Estudantes pesquisadores do município de Imperatriz Maranhão (Rede Municipal, Estadual e Particular) já estão fazendo parte da campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo.


Projetos apresentados:

 A comunicação na escola através do rádio - Kethelin Loanne Bezerra Santos e Fabiano Ribeiro da Silva
(Escola Municipal Machado de Assis)
                                                                                                                                                              
    Foto: Luana Barros (ASCOM)


 Vitiligo: preconceito e auto-exclusão - Ana Lourdes Pereira (Escola Adventista)

Foto: Luana Barros (ASCOM)

Foto: Luana Barros (ASCOM)



 Aproveitamento Sustentável das Florestas Nativas de Buriti: Uma Alternativa ao Desenvolvimento das Comunidades Rurais do Oeste Maranhense - Emily Ferreira Soares (Escola Estadual Edison Lobão).

Foto: Luana Barros (ASCOM)

 Foto: Luana Barros (ASCOM)

Agradecimentos

              Agradeço a Secretaria Municipal de Educação de Imperatriz e a COMCITEC - Imperatriz/MA (Comissão de Ciência e Tecnologia) pela oportunidade, e aos amigos professores e estudantes pesquisadores que ouviram, perguntaram e acima de tudo contribuiram para o enriquecimento do Projeto: Vitiligo: preconceito e auto-exlusão.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Apresentações do projeto "Vitiligo: preconceito e autoexclusão" realizadas no Colégio Militar Tiradentes em Imperatriz - MA

O projeto: Vitiligo: Preconceito e autoexclusão foi apresentado aos alunos do Ensino Médio do Colégio Militar Tiradentes de Imperatriz - MA.

Temas abordados:
  •  O que é vitiligo?
  • Dúvidas frequentes
  • Problema identificado
  • Objetivos do projeto
  • Resultados das pesquisas
  • Conclusões
  • Depoimentos: vidas com vitiligo
  • Lançamento da campanha contra o preconceito aos portadores de vitiligo
        (Ação: criação e distribuição de uma pulseira - que será uma marca do projeto Vitiligo: Preconceito e autoexclusão na luta contra o preconceito).
  • Apresentação do vídeo de divulgação do projeto no FEBRACE Virtual 2011
A seguir algumas fotos das apresentações:


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                                                                                          


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                 


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                  


Foto: Rosana Pereira
                                                                                                  

Foto: Rosana Pereira
                                                                                                                                                                       

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vitiligo: as marcas que ficam na vida

Texto escrito por Johney L. Silva (Contador, palestrante e escritor) em 25 de Novembro de 2010.

Você somente aprende sobre algo quando estuda a respeito.

O vitiligo se caracteriza pela formação de manchas brancas (acrômicas – sem pigmentação) na pele. É a falta de produção da melanina (substância que pigmenta a pele). São as células mortas – melanócitos, que fazem com que surjam as manchas brancas na pele.

[...]
Mas como já foi exposto, o vitiligo age de forma peculiar em cada indivíduo. Não há uma regra para quem sofre com o vitiligo. Uma pessoa pode se achar um anormal ou se achar igual a todo mundo, depende muito de cada um. Uma criança na escola pode ser afastada dos grupos por ter vitiligo. Um adolescente pode sentir medo de falar com outra pessoa da mesma idade com medo da rejeição. Esta, também presente posteriormente e às vezes por toda a vida da pessoa. A rejeição faz com que pessoas com vitiligo se afastem da sociedade em momentos de solidão, o que pode fatalmente ocasiona em depressão e algumas vezes em suicídio também. Casos em que a pessoa já não vê mais saída para um problema que se não tem cura, não é o fim.
[...]
Às vezes, quem carrega em si “o peso das manchas brancas”, crê, também, que carrega “marcas”. Que de alguma maneira foram talhadas pela vida por algum motivo que elas mesmas não conseguem compreender. Tomar a cruz e viver assusta e torna difícil muitas vezes a convivência com portadores de vitiligo.


[...]


Preconceito mata! Ainda que você não sinta e não veja, vai matando aos poucos por dentro. Por isso, cuidado antes de emitir uma palavra ou de pensar sobre as diferenças das pessoas. Pode estar matando um ser humano com uma das piores armas, a ignorância.



Mas o vitiligo ainda é um mistério. Tanto para os médicos, quanto para quem possui manchas brancas. As marcas que ficam na vida podem ser infinitas e inacabadas. Pode fazer a pessoa ter ânimo ou desânimo, sorrir ou preferir o silêncio. Viver ou se esconder atrás de uma doença. E não se deve julgar ou culpar, mas tentar entender e ajudar.


Respeitar a individualidade e buscar entender incondicionalmente talvez seja o caminho mais trabalhoso, porém, você pode não correr o risco de estar contribuindo para a morte (social, psicológica, sentimental, moral, etc) da pessoa portadora de vitiligo.

Para ler o texto na íntegra acesse:http://www.webartigos.com/articles/53096/1/Vitiligo-as-marcas-que-ficam-na-vida/pagina1.html#ixzz1EGSLMzZH

Saudações, Ana Lourdes Pereira